Alunos plugados na tomada da inovação aceleram conhecimento com e-books e Apps

Herbert Gomes Martins  tem motivos de sobra para estar feliz nesse início de ano. Ele coordena um grupo de alunos da disciplina PCA, para os cursos de ciências (Matemática, Biologia e Química), turno da noite. Recentemente, Herbert constatou que esses universitários de cursos de formação de professores estão desenvolvendo projetos que propõem novas formas de ensinar, com uso de tecnologias. Alguns destes protótipos visam soluções para temas científicos relacionados ao currículo da educação básica, tudo centrifugado com teoria e tecnologias digitais que aceleram o conhecimento, com integração com alunos do PPG de ensino de ciências, sob olhar atento de alunos convidados do PPGEC, que ajudam na avaliação de cada trabalho desenvolvido.

Integração graduação-pós-graduação catalisa avanços importantes através de APPs

Nessa onda surfam projetos sobre rede social para ensino das ciências, com adaptação do Facebook para o estudo e pesquisa de química e biologia; tecnologias assistivas; e-book produzido com exercícios lúdicos para ajudar alunos a aprenderem genética; laboratórios virtuais que exploram utilização de licenças existentes na universidade, recentemente adquiridas, entre outros.

Tecnologias Assistivas e Educacionais (TAE) ajudam pessoas com mobilidade reduzida

Neste primeiro vídeo, os alunos explicam como Tecnologias Assistivas e Educacionais (TAE) podem mudar o rumo de vida das pessoas, a exemplo de Débora Araújo Seabra de Moura, primeira professora com síndrome de Down do Brasil, que superou tudo, inclusive preconceitos, ao lançar um livro com fábulas infantis que têm a inclusão como referência. Alunos de Química e Biologia da Unigranrio dão exemplos de como aplicativos de celular podem beneficiar pessoas com mobilidade reduzida. Conheça o projeto: https://trabalhodepca.wixsite.com/website

Veja mais sobre TAE no vídeo a seguir

Conteúdos teóricos através de e-books transformam complexos ensinamentos em exercícios lúdicos, para ajudar alunos a aprenderem genética.

No vídeo a seguir, alunos de Biologia utilizam seus celulares e criam jogos didáticos com objetivo de promover ensino-aprendizagem no campo da genética. Assim, eles mostram que conteúdos complexos podem ser facilmente entendidos de forma dinâmica e muito atraente. As metodologias ativas ajustam as teorias ao suporte das tecnologias, que estão nas mãos de todos, na palma da mão, em celulares, smartphones, tablets e muito mais. Saiba mais sobre esse projeto:(PCA Ebook)

Veja o vídeo com depoimento de um dos alunos de Biologia

Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) quebra paradigma na forma de ensinar

Laboratórios virtuais que exploram utilização de licenças existentes na universidade são portas abertas para acelerar conhecimento e, também, quebrar paradigmas na forma de ensinar. Alunos da Unigranrio acreditam que essa nova modalidade educacional faz com que o estudo se torne cada vez mais eficiente, com foco enriquecedor no quesito ensino-aprendizagem.

Veja no vídeo a seguir o depoimento de um dos alunos sobre o trabalho de equipe

Comentários