Programação on-line da Unigranrio aborda temas acadêmicos e os que estão na mídia mundial

Assessor de imprensa da Unigranrio: Alberto Corona, Telefone: (21) 99308-5807, Email: imprensa@unigranrio.com.br

Dia 8 de junho, a partir de 17h, será mais um momento especial para discutir, através de live, “As novas oportunidades para o profissional do Direito oferecidas pelos meios consensuais”, com participação de Ana Lucia Pazos, advogada, mediadora judicial com larga experiência em Mediação de Conflitos. Ela é mediadora certificada pelo ICFML. O excessivo número de processos, além da baixa efetividade de inúmeras decisões tem ocasionado a necessidade de repensar o procedimento e a atuação junto ao Poder Judiciário. A mediação dessa live ficará por conta da advogada Ana Paula Bustamante, coordenadora do Núcleo de Prática Jurídica da Unigranrio (NPJ). Acesse o link e participe.

https://us.bbcollab.com/guest/10dcf534930c4ed29625a6ab807aa34a

Vidas Negras Importam: pandemia do racismo é a que mais mata em todo o mundo, inclusive no Brasil

Dia 8, a partir de 19h, é a vez da live “Vidas Negras Importam”, tema central do VI encontro étnico-racial, que abordará, entre outros, do bárbaro assassinato do negro norte-americano George Floyd. Os protestos mundo afora também podem ser vistos aqui no Brasil, onde exemplos de barbárie e preconceito tem exemplos de sobra. A Unigranrio promove essa live  com participação da professora Thamires da Silva Ribeiro, doutoranda em Serviço Social e pós-graduanda em Desenvolvimento Humano na Abordagem Transdisciplinar Holística. A mediação será da professora Mônica Ramos (Unigranrio).  Acesse o link  no dia 8 e participe: https://us.bbcollab.com/guest/e59550649711466b8aa3d8b103349d1d

O Brasil é conhecido por racismo, opressão, discriminação e, também, por ser desigual no tratamento de negros e índios

O Brasil tem exemplos de chacinas como as do Carandiru, a morte recente do menino João Pedro, menino de apenas 14 anos, quando foi morto a tiros dentro de sua residência, a chacina da Candelária, além de ocupação desproporcional de negros em presídios no Brasil. Essa vulnerabilidade assusta diante das manchetes diárias nos noticiários. Estamos vendo a banalização da vida em meio a tantas atrocidades.

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