Unigranrio promove live sobre Desenvolvimento de projetos e tecnologias educacionais

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Dia 9 de setembro, às 20h, Gustavo Malheiros, gerente de Desenho Educacional do Núcleo de Educação a Distância (NEAD), participa da live “Desenvolvimento de projetos e tecnologias educacionais”. Andrea Velloso da Silveira Praça, professora da Pós-Graduação e Pesquisa da Unigranrio (Propep) mediará essa palestra. A conferência, aberta ao público, faz parte do Ciclo de palestras – tecnologias educacionais e docência digital”. Para participar, basta acessar o link: hubs.ly/H0qrz4h0

Acompanhe a entrevista que fizemos com Gustavo Malheiros, que abordará pontos importantes em sua palestra, em 9 de setembro de 2020

1) Qual a importância desse curso para formação de docentes frente às mudanças tecnológicas?

R: “A proposta do curso, de modo mais amplo, é situar o professor no contexto social atual, no qual as relações são, em parte, mediadas por tecnologias digitais. A disciplina ‘Desenvolvimento de projetos e tecnologias educacionais’ aborda a gestão de projetos com ênfase em questões de natureza educacional, o que a difere dos estudos mais clássicos sobre Gestão de Projetos!”

2) Quais os pontos principais de sua palestra? 

 R: “A palestra abordará questões como prototipagem, metodologias ágeis e mapeamento de riscos, sempre considerando a finalidade educacional de um projeto”.

3) Ideias criativas do NEAD têm impulsionado o ensino muito além da sala de aula. Como você percebe a evolução do ensino superior? 

R: “Antes da pandemia, muitos estudos já apontavam que até 2023 teríamos mais alunos de Graduação estudando na EAD do que na modalidade presencial. Ainda não temos estudos recentes neste sentido, mas tudo indica que a pandemia acelerou estas mudanças. A educação é um reflexo do cenário social, por isso a forma como se educa no Japão, por exemplo, é muito diferente da forma como se educa na França ou no Brasil. Se a educação é um reflexo do cenário social, e se estamos cada vez mais inseridos na perspectiva das tecnologias digitais, faz sentido que a educação inclua estas tecnologias em suas práticas. Essa inclusão não deve ser ferramental, ou seja, o uso das tecnologias por si. A educação precisa considerar as tecnologias em uma perspectiva cultural, como elemento integrante e indissociável da cultura na atualidade, apontada por muitos teóricos como cibercultura. A proposta educacional de EAD da Unigranrio considera tecnologia como um de seus pilares e legitima sua importância, mas entende que as tecnologias precisam ser contextualizadas e, ainda, estarem em sintonia com outros pilares, como materiais didáticos e corpo tutorial, por exemplo”.

 4) Você acredita que as universidades são os pilares do futuro de nossas sociedades?

R:  “Eu acredito que a educação é um pilar fundamental de todas as sociedades. A Universidade é um espaço de produção de conhecimentos científicos, fundamentais para o desenvolvimento social”.

5) Com esse período de pandemia, como a Unigranrio se preparou para atuar em modalidades cada vez mais    amplas e complexas, como educação a distância e ensino híbrido? Estamos vivendo momento de disrupção no ensino superior? 

 R: “A Unigranrio já estava preparada há alguns anos para o cenário que nos foi imposto pela pandemia. Já contávamos com uma estrutura completa de EAD, tanto em sistemas quanto em pessoas qualificadas. E todas as nossas disciplinas – mesmo as presenciais – já tinham sua sala de aula virtual disponível no AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem), e nossos profissionais técnico-administrativos e professores já atuavam em aulas mediadas por tecnologias digitais. Tudo isso nos colocou muito à frente de outras instituições neste momento. A migração de nossas aulas presenciais para o ambiente virtual aconteceu com muita tranquilidade. As pró-reitorias de graduação e pós-graduação e, também, o NEAD (Núcleo de Educação  a Distância) mostraram-se muito efetivos durante todo esse processo”.

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